Comecei ontem, dia 28 de Setembro, o tratamento que me irá ajudar a deixar de fumar.
Sim, é esse, o mesmo do Diogo. Mas, com todo o respeito, tive que perceber para além da publicidade... Decidi após confirmações de resultados noutras pessoas.
Eu, a Aida e a Ana, entrámos juntas e ao mesmo tempo nesta aventura.
Acordei normal. Tanto quanto é normal depois de uma noite de dança com algumas (não muitas) cervejas à mistura. Tarde, de facto. Por isso o pequeno almoço foi tomado à hora do almoço e de seguida o “tal” comprimidinho. É mínimo o “tal”, mas potente!
A meio da tarde começo a sentir uma indisposição apenas semelhante às primeiras semanas de gravidez: NÁUSEAS... Que chatice!
Fiquei tão nauseda que nem me apetecia comer nem fumar. Bate certo. Mas é muito desagradável a sensação. E percebi também que estou mais irrascível do que o que tenho andado ultimamente e não gosto nada disso.
Quando as coisas não correm bem nem no plano profissional e sobretudo, sobretudo no plano dos afectos... fico insuportável. Torno-me reactiva, intolerante, fervo em pouca água. É um horror. Vejo-me e não consigo controlar. Só me resta procurar evitar o confronto com as situações que me provocam este estado. Vivo muito mal, sobretudo com o efeito deste tipo de comportamentos nos outros.
Mas a verdade, é que tudo o que seja expressão de afirmação de personalidade e/ou de autoridade... só porque sim, questionamentos infundados sobre os meus sentimentos ou as minhas motivações, entre outras coisas... peço imensa desculpa, mas estou péssima para as entender (falo, óbviamente, para as pessoas mais próximas, para as que me conhecem bem e para as mais íntimas – é com estas que experimentamos as mais fortes emoções e são estas que quero guardar).
Alguns dos que se podem sentir “destinatários” , sabem do que estou a falar. E sabem também que os admiro, os respeito e amo! Amigos, ex-amantes, amante, MÃE e FILHO!
O que queria mesmo era deixar de fumar do mesmo modo que comecei. Assim, num estalar de dedos.








